Thursday, January 17, 2013

Catch-22

Este livro situa-se algures entre o absurdamente cómico e o terrivelmente trágico.
                     

O Catch-22 é um livro completamente demente (no bom sentido) sobre um homem (Yossarian) que tenta a todo o custo ser dado como louco para não ser obrigado a pilotar aviões durante a segunda guerra mundial.

 Acho que poucas obras me fizeram rir tanto como esta.

1984

Filosófico, frio, cheio de esperança e desesperança.

"He who controls the past controls the future. He who controls the present controls the past."

Andei com a edição que possuo do 1984 de um lado para o outro a ganhar pó durante tanto tempo que as folhas não podiam estar mais gastas.

Escrito em 1948 por George Orwell, o 1984 é quase uma assustadora profecia. Nem faz qualquer diferença se o ano descrito no livro já passou, a narrativa deste não podia ser mais actual. A visão do mundo através desta história é extremamente convincente e poderosa ao mesmo tempo que são abordadas fortes questões morais e filosóficas num cenário opressivo e inumano. Até as próprias personagens que dão vida à obra empalidecem perante a mensagem (a qual ainda estou a tentar compreender inteiramente) que o livro nos deixa fortemente impressa quando se chega à última página.

Thursday, January 10, 2013

Song of Solomon (4:7,9)

All beautiful you are,
my darling; there is
no flaw in you.
You have stolen my heart,
my sister, my bride;
You have stolen my heart
with one glance
of your eyes.


Parece que finalmente li o Blankets.

2013

If I don't go crazy, I'll lose my mind

Wednesday, January 9, 2013

Sunday, December 23, 2012

Friday, December 21, 2012

Monday, December 17, 2012

Not Man of Steel

You think you are safe? You are not.

Mais uma

E desta nem tinha ouvido falar.

Uma Branca de Neve toureira.

Porque sim.

Thursday, December 13, 2012

Ah, Dezembro.

As coisas já foram melhores e algumas vezes piores. Quando se está sozinho, realmente sozinho, por momentos atacam as vertigens. Depois segue-se o sacana do pânico e fica-se indefeso porque as realizações, mesmo as recorrentes, nunca se afundam fundo o suficiente. Andam à deriva na sopa de puzzles mentais. Aqueles que nunca se completam. Depois procuramos a todo o custo edificar laços, criar uma família atrás de uma outra que já falhou, com pessoas que na realidade não nos são nada. E aí dá-se tudo o que se tem, tudo de bom, e como se dá o bom estranha-se o mal dos outros, que está presente, ainda que em diferentes quantidades, em todos nós.

Por fim, quando se deu tudo o que se tinha de bom, fica-se com tudo o que se tinha de mau e é aí que a solidão, como uma doença oportunista, ataca novamente só que desta vez já se chega a nós com um sabor mais ressesso.
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