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Thursday, June 19, 2014

Feel good song

A puxar ferro (sempre quis dizer isto) ouço o seguinte quando estou completamente esgotada:



Yeah nothing can stand in your way
You're going to find out one day what a powerful women You will becomin oh yeah
I dont know if you ever heard
You are the center of the universe
The fire you got is made to burn out
oh yeahhhh

dream girl (close enough to feel it)
dream girl (hold onto that feeling)
dream girl


e depois:

 


Sunday, February 23, 2014

Thursday, January 9, 2014

If I could paint the sky

All the stars would shine upon in red

Wednesday, January 8, 2014

Not so funny

Já foi ha algum tempo, devia ter 19 ou quase 20 e nunca tive mais do que nesse ano. Nem quando comecei a ganhar dinheiro. Disse em voz alta no inicio desse Inverno "este foi o melhor ano da minha vida". E foi.

Primeiro o António e depois o Tony, cada um à sua maneira, já diziam "ó tempo volta para trás". Falava a minha avó da mocidade e eu que sempre a conheci velha não percebia como é que ela alguma vez podia ter sido nova. Mas aos poucos, à medida que o obsoleto se vai tornando familiar e os versos da sabedoria popular se vão encaixando numa vivência cada vez mais dificil de frasear, a canção aí também começa a fluir. Relutante a princípio mas sentida no fim.

Tuesday, December 31, 2013

I can leave your side

It's not my problem anymore.


Sunday, December 29, 2013

Gold rush baby

Perdi o talão de compra de um mau vestido. É uma questão de corte. Devolução não aceite. Pois sim, más escolhas que se guardam no armário.

Saturday, December 21, 2013

Dá-me lume

        O homem carrega no coração a delicadeza de um refinado whisky. 20 anos diz ele. Toldado e elegante, com o penteado perfeito e um branco de dentes imaculado recita a mesma lenga lenga amorosa a cada requintada bimba que lhe retribui o sorriso. O analisador de almas carrega no seu semblante o porte de revolucionário, é Napoleão e Álvaro cunhal. Pousa delicadamente o copo no balcão e aproxima-se da mulher de vestido curto. Sabe o que quer e sabe que pode. Sexo incompleto até ao primeiro beijo com a próxima alma aberta. Ninguém o ridiculariza a não ser ele próprio, em curtos intervalos de tempo. É tudo justificado aos olhos da plebe. A mulher que odeia homens desdenha-o. Ranço, vestígio de homem oxidado, cor de dentes polida, cheiro de tabaco num hálito platinado a muito custo. Mas ele sabe que consegue. Um homem que já foi de muitas generaliza, não perde tempo e afaga o relógio de pulso, presente da namorada que queria que ele fosse mais. E ele é mais, mais que todos, porque a mulher que odeia homens o leva para cama. É o mal das mulheres que odeiam homens, precisam de gravar razões renováveis no peito a ferro e fogo para manter o ódio a fluir. O vício de amargura perdura e prospera na sua mesquinhez. Triste moldura. O resto é gente.

Friday, December 20, 2013

Hide your face, my love

Tenho dormido pouco.

Gosto de ver o dia a nascer. É bonito. Manhãs de Inverno inigualáveis estas. Preparo uma chávena de chá.

Debruço-me sobre um romance ou um escrito pessoal. Ouço Nick Cave. É deprimente mas ameniza o frio que se faz sentir nesta sala. Fecho as janelas. Cheira a dia cá dentro. É bom, detesto que a casa cheire a mim. Tenho psoríase por isso deixo um rasto de pele por onde passo. Prendo o cabelo durante o trabalho. Acho que é por isso que os homens que tive, a certa altura foram contaminados. Guardaram o meu cheiro. Vou-me tratar, prometo. Era mais fácil quando estavas comigo. Lembro-me então de ti e da serra coberta de neve. Ah fotografias mentais, fechar os olhos não as apaga. Saudades. Esse sorriso, o mais bonito que já alguma vez vi. Um dos mais bonitos que já vi. Não sei já.


Saturday, December 14, 2013

Acerca do post anterior

Covém talvez referir que tenho começado a ouvir com bastante frequência Erik Satie.

Não sei se escolhi a melhor interpretação do tema mas como não sou especialista em música clássica esta versão parece-me muito bem.



Sunday, October 6, 2013

Wednesday, September 11, 2013

No change

Situation normal, all fucked up.

Thursday, March 7, 2013

Common People

Chego a casa esgotada, ouço música (ainda Ane Brun – ouçam que é fixe), pego num bom livro que apenas folheio, começo a ver um filme que não acabo. Tenho sono por isso decido que está na hora de tirar as lentes e depois, completamente furiosa, percorro com as mãos todos os móveis do quarto na esperança de encontrar rapidamente os óculos porque afinal quero fazer mais do que folhear um bom livro. Por algum motivo os óculos estão no chão (como sempre). Por esta altura já barafusto tanto que espero não ter de falar com mais ninguém até amanhã.


Sunday, February 24, 2013

The city sun sets over me

I just want to say
Don't ever change now baby
And thank you
I don't think we will meet again

Monday, December 10, 2012

inactividade

Ando tão caseira que em breve uso este blog para publicar receitas.

Ponham ketchup em tudo o que fazem. E é isso.

E depois só ouço a minha mãe a dizer, aquela voz ténue ao fundo do túnel (que pode ser ou não baseada em coisas que realmente foram ditas): Eu com a tua idade já tinha tido o teu irmão e tricotava cachecóis com os pés enquanto lhe mudava as fraldas. O que é estranho porque nessa altura o meu irmão devia ter o quê? 6 anos?

Meh

Saturday, December 8, 2012

I'd like to grab you by the hair

And hang you up from the heavens

Sunday, June 17, 2012

Vou por a minhã mãe a ler o meu blog

Há dois dias que ando cheia de dores de cabeça. Como me convenço que "isto passa já", não tenho tomado medidas decentes para fazer com que elas parem de uma vez por todas. (Já sei mãe, é da "ruindade")

Para amenizar a situação  tenho ouvido a Fisherman blues tocar mentalmente enquanto vou na rua e esta canção, como me faz sentir bem cá dentro, é acompanhada por um sorriso de orelha a orelha.  Devia tapar a boca para as pessoas não acharem que sou uma doida varrida. É que o Porto é pequeno.

Mas esta é claramente uma música digna de ser ouvida várias vezes. E como a minha simplicidade às vezes atinge um grau verdadeiramente elevado já cheguei a estar tão bêbada que julgo que passei cerca de duas horas a ouvi-la em repeat (mas podem ter sido só 15 minutos). Estraguei a melodia toda com parvoíces e a rir-me da minha própria idiotice. Alguém tinha de o fazer. 



Mas ok, vamos lá tornar-nos (ainda mais) íntimos:

Ontem completei 27 anos (eh lah, é desta que sou “uma mulher-feita” mãe?). Parece que, de acordo com alguns pontos de vista pouco lógicos, atingi uma boa idade para se morrer. Contudo, confesso que só se o fim do mundo se fizer sentir no dia 21 de Dezembro é que me deixo ir como uma rockstar wannabe.

Neste momento o objectivo da minha vida é chegar aos 90 e sentir-me como se tivesse 70. 

Saturday, June 16, 2012

27 - It is time

Wednesday, March 14, 2012

So many dirty things

You couldn't even believe.

 Sim, estou a arrumar o quarto.



Mas o meu desktop está (quase) impecável.

Friday, February 4, 2011

Classic (2)

Jeanne Moreau (Imagem retirada do filme "Jules et Jim" de 1962)

"A idade não nos protege contra o amor. Mas o amor, até certo ponto, protege-nos contra a idade."
Jeanne Moreau
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