| Arte de Cory Godbey |
Monday, January 13, 2014
Devil's lair
Friday, January 18, 2013
Wednesday, November 28, 2012
BEDLAM
Yeah baby.
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| Issue #1 |
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| A arte do Sr. Riley Rossmo |
Thursday, September 29, 2011
Sunday, August 7, 2011
Em busca do livro perdido
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| François Shuiten - Lá Cité des Livres |
Sunday, March 13, 2011
Probably making a point
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| "Clockwork A" de Christian Ward |
Tuesday, December 14, 2010
Monday, November 29, 2010
Jack the Dripper
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| Jackson Pollock |
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| Number 8 (Gostava que as paredes do meu quarto se parecessem com o "Número 8") |
Monday, July 19, 2010
Elijah Snow
Elijah Snow faz parte da BD "Planetary".
Friday, July 16, 2010
And now, at last, I shall sleep.
If some prince charming tries and succeeds in waking me up, I’ll slit his throat.

Wednesday, June 30, 2010
American Vampire

Eu vou explicar porque é que o Stephen King “owna” tanto.
Numa época em que somos atacados por todos os lados pela “nova geração de vampiros” (não vou citar nomes) e por mais uma ou outra treta loli, numa época em que eu fujo o mais depressa que posso quando vejo, de relance, aquelas três primeiras letras da palavra mais estragada da década: Vampiros; Stephen King, O grande, aparece para salvar a situação com “American Vampire”. E sim, é lindo, vale a pena ler e eu vou, definitivamente, acompanhar a história.
Stephen King é um dos meus heróis, acho que cresci mais rodeada pelos livros dele do que por pessoas. Se não fosse o “Carrie”, que felizmente li aos 11, estaria completamente desprevenida para o que me iria acontecer no ano seguinte. Yep, é exactamente isso que vocês estão a pensar.
Tirado do site da DC:
Written by SCOTT SNYDER and STEPHEN KING; Art and Cover by RAFAEL ALBUQUERQUE 1:25 Variant; Cover by JIM LEE
Witness the birth of a brand new species of vampire in this new ongoing series that begins with five extra-sized issues featuring back-to-back stories by exciting new writer Scott Snyder and the master of horror himself, Stephen King! When notorious outlaw Skinner Sweet is attacked by an old enemy (who happens to be a member of the undead), the first American vampire is born... a vampire powered by the sun, stronger, fiercer, and meaner than anything that came before. Plus... Pearl Jones is a struggling young actress in 1920s Los Angeles. But when her big break brings her face-to-face with an ancient evil, her Hollywood dream quickly turns into a brutal, shocking nightmare.
(Já agora, acrescento que esse Rafael Albuquerque impressiona, gosto bastante da arte dele, aliás, a seguir à publicação deste post no blog, vou para o Google “procurá-lo”.)
Principie solitário

Tenho pensado no Principie solitário, aquele que vive numa fortaleza especial, rodeada por um encarceramento de vidro. Há quem diga que ele se alimenta de amor celeste, do pó das estrelas e da beleza do mundo. Diz-me, meu Príncipe solitário, que beleza vês tu neste mundo? Diz-me porque eu quero saber. Vou ser o monstro que te vira de pernas para o ar e abana essa bola de vidro dentro da qual tu vives. Neve vai cair, faça sol ou faça chuva lá fora. Neve vai sempre cair dentro dessa tua fortaleza de vidro.
Texto por: Snow White
Ah, nem deu para resistir, abro o Google para pesquisar qual o significado de uma palavra estranha em alemão e lá está ele, pendurado numa das letras, “O principezinho”.
Por mais livros que se leia, este é daqueles que nunca se esquecem.
Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.
“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." - Antoine de Saint-Exupéry

Saturday, June 26, 2010
Barcos

Não sei porque gosto de imagens de barcos, quando perceber o que me faz adorá-las publico um post sobre isso. Não sei se é a mística que os barcos afundados emanam, ou se é porque quase dei o meu primeiro beijo num barco. E toda a gente sabe não é? A antecipação é sempre a melhor parte. É como dizer que durante uma caçada a perseguição é melhor do que o abate da presa (tenho a certeza de que disse o ditado de forma errada). O Titanic só é belo porque se afundou e com isso prendeu histórias (provavelmente bem mais interessantes do que a do duo Jack & Rose). E depois há aquela canção da Amália, de que eu tanto gosto, em que ela espera, provavelmente para sempre, pelo seu amado pescador perdido no mar. É bastante tocante, comovente até. Não percebo porque a nossa geração a deixa “morrer” ou cair no ridículo, não gosto disso. Ah, e não foram os barcos que nos fizeram descobrir meio mundo?
E daí talvez já saiba porque é que gosto tanto de barcos.
“Vi depois, numa rocha, uma cruz, E o teu barco negro dançava na luz
Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas
Dizem as velhas da praia, que não voltas:
São loucas! São loucas!
Eu sei, meu amor,
Que nem chegaste a partir,
Pois tudo, em meu redor,
Me diz qu'estás sempre comigo."
(Excerto de "Barco negro", canção de Amália Rodrigues)
Wednesday, June 16, 2010
Metade da metade de um século.

Faço 25 anos hoje. Sinto-me como se tivesse 40 desde os 15. Será que quando tiver 40 me vou sentir como se tivesse 15?
Thursday, June 10, 2010
Entre o Demónio e Eu.

Tuesday, June 8, 2010
I met him.


















