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Monday, January 13, 2014

Devil's lair

Arte de Cory Godbey
O demónio passou tanto tempo junto da mulher que os seus majestosos cornos começaram a apodrecer.

Friday, January 18, 2013

Shaun Tan

The arrival

Wednesday, November 28, 2012

BEDLAM

Do escritor de Infinite Vacation e do artista de Green Wake.

Yeah baby.

Issue #1
A arte do Sr. Riley Rossmo

Madder Red - Gosto especialmente da máscara.

(Perfeito para esta época (quase) natalícia.)

Thursday, September 29, 2011

Awesome

The Penguin - Christopher Uminga

Sunday, August 7, 2011

Em busca do livro perdido

François Shuiten - Lá Cité des Livres
Eu sei que ele está algures nos confins da arrecadação.
Bem, isto pode ser o inicio de uma grande aventura, a stroll down memory lane. 

Já sei que vou encontrar tudo menos o que realmente procuro.

Sunday, March 13, 2011

Probably making a point

"Clockwork A" de Christian Ward

Bem, fui definitivamente conquistada pela arte do Sr. Ward.

Monday, December 27, 2010

Dario Argento

Devem andar por aí poucos realizadores que não precisam de grandes plots para fazerem filmes fantásticos. O nome Dario Argento está, para mim, no topo dessa curta lista.

Com bandas sonoras sempre impressionantes (como já anteriormente aqui mencionei) e cenas constantemente repletas de cores intensas passadas em cenários visivelmente criados de uma forma extremamente meticulosa, os filmes de Dário Argento dão uma nova dimensão à expressão “cinema de terror artístico”.

Poucos filmes são tão visualmente arrebatadores como Suspiria (1977).



Tuesday, December 14, 2010

Smoke Art

Torso (link)

The Ant Queen (link)

Torso by: Per Zangenberg
The Ant Queen by: Jay PH

Tuesday, September 14, 2010

Eu ia chamar a este texto “mass market”

Num improvável mundo futuro
A camada de ozono deteriora-se cada vez mais, o petróleo esgotou-se completamente e os cavalos reproduzem-se em grandes quantidades. As carruagens e os andróides estão em voga. Pensa-se assim que se atingiu a perfeição pela qual o ser humano tanto anseia. Perfeição física tende a antever a verdadeira perfeição, que todos procuram mas que ninguém sabe realmente definir.
 Por entre sangue diluído, incolor ou vermelho, procura-se o azul perfeito, nem escuro nem claro. Forma-se de novo a monarquia, sangue azul volta a correr nas veias dos mais influentes, irrepreensíveis e fortes. O sangue torna-se espesso só para depois voltar a ser diluído.
De uma das gotas azuis destiladas é criado um rapaz, sem traços exteriores distintos, constituído por mais de 70% de água. Como todos os rapazes, ele procura pelo simples prazer de procurar. O quê? Não sabe. Só sabe o que já tem e sabe que pode vir a ter mais.
E sabe, acima de tudo, que a tem a ela, ou que a pode vir a ter na busca incessante de um outro ponto de vista. Movido pelo desejo de se testemunhar, de evitar olhares directos sobre ele mesmo, de se ver através de olhos que não os que lhe decoram o rosto. Tornar-se, criar, um espectador dele próprio.
Hoje, no futuro ao qual ele pertence, e protegendo-se o melhor possível do sol, o rapaz deita-a, a tão esperada ela, cuidadosamente no chão da varanda. Entusiasmado, ansioso, cansado e feliz o rapaz não arreda pé do lado da sua Andróide. Está sempre calor, está sempre sol, ela carrega baterias enquanto ele a analisa, procura traços e toma nota de possíveis falhas a reparar. Nada escapa ao julgamento dele, seja o tamanho dos olhos, da boca, do nariz, das orelhas ou o comprimento dos dedos das mãos e dos pés, .
Uma outra andróide, usada, de cabelo curto e pele escura junta-se ao rapaz debaixo do guarda-sol que o protege.
- É igual?
- Não.
- E mesmo assim queres brincar com ela?
- Sim.
- Pode ficar para mim se a decidires deitar fora?
- Porquê?
- Não sei.
- Não. 
Aborrecida com a conversa pouco estimulante, a andróide volta para junto de todas as outras andróides, descalças e deitadas no chão. São seres que não merecem o título de “seres” ao mesmo tempo que são implacavelmente accionados e movidos pela luz do sol.
Finalmente, do outro lado da varanda, a espera acaba, o rapaz sustém a respiração e sente os batimentos do seu coração a acelerarem.
A Andróide, nova, de pele branca e cabelos longos e amarelos contorce-se, abre os olhos e fecha-os de novo, procurando proteger-se do sol. Não precisa, sabe que não precisa mas não consegue evitar procurar abrigo.
Satisfeito, o rapaz acolhe-a na sua sombra. Os olhos dela cruzaram-se com os dele, um sorriso de esguelha e um olhar triunfante adornam  a cara da Andróide. E o mesmo sorriso de esguelha adorna a cara do rapaz em tom de reciprocidade.
- Vês-me?  – pergunta o rapaz à andróide.
- Vejo-me.  – responde a andróide com a voz do rapaz.
- Criei-te.
- Criei-me.
A Andróide e o Rapaz, juntos debaixo do enorme guarda sol deste, juntos como modelo original e cópia, festejam assim a suas diferenças sexuais. 
Por: Snow White 
Não consigo dormir decentemente hoje, por isso escrevi o texto em cima. 
Ah, vou deixar uma imagem que adoro. Porque será, porque será que gosto tanto dela?
James Jean - Crickets Imagem tirada daqui.

Scarlet

A arte é linda.


Adoro, mas vou esperar pacientemente pelo TPB.


(Imagem tirada daqui.)
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