
Aquele puto, mais velho do que eu, infantil, ligeiramente bonito, complicado, egoísta, dependente, preguiçoso, noob (mesmo muito e em vários sentidos), maldoso, sincero, longe.
Tenho tanta conversa e no fim é isto. Resume-se exactamente a isto. Preciso de definir “isto” um dia destes. É castigo, dizem uns. Pois é mas sabem, segundo um estudo sociológico (queria tanto deixar aqui o link dessa investigação mas não o consigo encontrar agora e quem o sabe de cor está a dormir, o que é normal uma vez que “amanhã” já começou há umas horas atrás mas, mais tarde (se me lembrar, duvido que isso aconteça) deixo aqui as bases cientificas da afirmação que fiz/vou fazer) o amor só dura três anos. Seja ele não correspondido ou esteja-se já a meio de um namoro, de um casamento ou de uma situação “indefinida”, o certo é que o amor acaba. É por esse motivo que eu vou cronometrar, sim, vou fazer isso (hoje digo isto mas amanhã "esqueci-me"), e ver se daqui a uns tempos estou mesmo em paz. Que deprimente, nem sei se é a situação ou se sou mesmo eu.
Se calhar até é falso alarme.
Só que, teorizando, e se depois dos três anos nos voltamos a apaixonar exactamente pela mesma pessoa? Ganha-se um bilhete para se usufruir de mais três anos de inferno/céu/sei lá? Foda-se.
Ai de mim, que me perco (perdi?) por um sorriso bonito e um franzir de sobrancelhas sexy. 25 anos de coolness (not really no) atirados pela janela abaixo.
Não faço ideia de onde tirei a imagem mas o príncipe da Snow White não passa de um necrófilo. Nada contra necrófilos, it’s just not my thing.
